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O Brasil foi arrebatado pelos golpistas e entregue nas mãos dos banqueiros. O país é muito pior, mais pobre, mais desigual e injusto. Cinco milhões de pessoas voltam à situação de pobreza. O Bolsa Família foi tirado de milhões de pessoas carentes. Milhões penam o desemprego, outros tantos trabalham de forma absolutamente precária, a grande maioria tem medo de perder o emprego e ficar ao desalento

A imagem internacional do país nunca foi tão ruim, ninguém mais o respeita. O governo corta recursos do orçamento o tempo todo, penalizando os mais pobres, mas o déficit público só aumenta, pela farra do Temer para escapar dos processos, aí o governo dilapida o pré-sal para manter o presidente corrupto.

O país é dirigido por banqueiros, diretamente, ou por seus representantes. Se impõem os interesses do capital financeiro, se perdoam dívidas dos bancos privados, enquanto se tira o Bolsa Família de milhões de pessoas carentes. O Brasil está sendo sucateado em favor da especulação financeira. A economia se desnacionaliza, o Estado é destruído, a sociedade se fragmenta e os trabalhadores perdem seus direitos.

Para consolidar o atentado contra a democracia, se busca destruir os partidos e os sindicatos. Os partidos, pelo Distritão, que os reduz a barrigas de aluguel de parlamentares corruptos que buscam reeleger-se e se proteger das acusações de corrupção. Os sindicatos, mediante reformas da CLT que deixam os trabalhadores absolutamente desprotegidos diante da sanha patronal.

Um ano e meio depois, esse é o Brasil que a direita impõem pela via da força, diante da passividade cúmplice do STF, do apoio desconcertado da mídia que promoveu o golpe, diante das arbitrariedades de promotores mancomunados com a mídia e da PF. Esse o país dos bancos e da gangue corrupta que entregou o Brasil nas mãos dos rentistas, que vivem do endividamento alheio

Nesse momento Lula sai para uma Caravana da Esperança pelos 9 estados do Nordeste do Brasil. Um Lula que volta às suas origens depois de ter se consagrado como o presidente que transformou o Brasil para um país muito melhor, menos injusto, orgulhoso de si mesmo, confiante na sua capacidade de superar seus problemas, respeitado pelo mundo. Um Lula muito mais experiente, que sabe que o Brasil é viável, que pode retomar o caminho do desenvolvimento e da distribuição de renda. Que sabe que é indispensável o resgate do Estado para fazer o país voltar a crescer e a garantir as políticas sociais contra o abandono do povo e os direitos dos trabalhadores.

Lula chega ao Nordeste para ver as transformações fundamentais que os governos do PT levaram a cabo, que mudaram radicalmente a fisionomia da região e, ao mesmo tempo, constatar os retrocessos que o governo golpista dos banqueiros está produzindo. Lula vai ouvir e falar, abraçar e ser abraçado, ver e anotar, agradecer a confiança do povo do Nordeste e retribuir essa confiança.

Lula leva a palavra de esperança, na hora em que querem não apenas terminar com o Brasil menos desigual, como acabar com a esperança dos brasileiros. Sabem que só podem governar se o povo se desmoralizar, se perde a perspectiva de recuperar seus direitos. Só um país sem esperança pode ser massacrado pelos chacais que odeiam o Brasil, o povo e a democracia.

Um regime ditatorial tem que ser derrotado, mas tem que ser derrubado, para terminar. Não vai se entregar facilmente, porque tem muito a perder. Essa primeira Caravana da Esperança é um marco divisório no futuro do Brasil. Ela vai contribuir para levantar a disposição do povo em derrubar a ditadura dos bancos por demonstrações cada vez maiores de que os brasileiros não aguentam mais, que não suportam mais ver o país e suas próprias vidas entregues nas mãos dos que estão tirando o pão e a esperança dos brasileiros.

Vai ser uma Caravana histórica, épica, emocionante, de reencontro de Lula com o seu povo, do povo com a esperança. O Brasil todo tem os olhos postos nessa caminhada, milhões participarão diretamente dela, muitos milhões mais a acompanharão com o seu coração e os olhos postos nessa linda trajetória pelo Nordeste, que apenas reinaugura a batalha da esperança contra a dilapidação com querem destruir o Brasil e a esperança dos brasileiros.

São essas as duas possibilidades que o pais tem hoje diante de si: a ditadura dos bancos, da especulação e da super exploração do seu povo ou a recuperação da esperança e do projeto que resgatou o Brasil da miséria e da desesperança.



Brasil 24/7
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Nova pesquisa do Instituto DataPoder 360 apontou crescimento nas intenções de voto no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, caso seja candidato às eleições presidenciais em 2018. Lula chegou a pontuar 32% na projeção, divulgada nesta quarta-feira (16).

Nos dois cenários em que o nome de Lula é testado, o ex-presidente pontua 32% e 31%. Se a disputa fosse hoje, o líder petista seria o único presidenciável com vaga garantida no segundo turno.

Em julho, as intenções de voto do petista nos dois cenários testados estavam em 23% e 26%. Os números de possíveis eleitores de Lula dispararam frente à perseguição política e jurídica a que o ex-presidente vem sendo submetido.

A pesquisa do DataPoder360 foi realizada por telefone (com ligações para aparelhos fixos e celulares) de 12 a 14 de agosto. Foram feitas 2.088 entrevistas em 197 cidades. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Cenários


Na simulação em que Lula atinge 32% das intenções de voto, ele é seguido pelo deputado federal Bolsonaro (25%). O governador Geraldo Alckmin, Ciro Gomes e Marina Silva empatam tecnicamente, os dois com 4% e Marina com 3%.

Já na simulação onde Lula pontua 31%, Bolsonaro cai para 18%, o prefeito de São Paulo João Dória marca 12% e Ciro e Marina empatam tecnicamente com 6% e 3%, respectivamente.

Lula
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Jorge Viana ataca ajuste fiscal: “Golpe custou R$ 660 bilhões de déficit”
via Olimpio Cruz





Da tribuna, senador diz que Meirelles prometeu controle nos gastos, mas agora compromete o futuro do país.

“Em dez anos, Lula e Dilma geraram superávits consecutivos de R$ 968 bilhões”, compara petista. Próximo presidente vai herdar um buraco de R$ 200 bilhões até 2020

A nova meta de déficit primário nas contas públicas do governo central, anunciada na terça-feira pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, foi duramente criticada pelo senador Jorge Viana (PT-AC).

Da tribuna do Senado, ele denunciou o descalabro das contas públicas e disse que o governo de Michel Temer piorou a situação da economia, promovendo gastos de maneira indiscriminada, para garantir apoio político no Congresso.

“O saldo do golpe, o saldo do desastre deste governo, que não passou nas urnas, chega a R$ 660 bilhões”, denunciou.

O valor mencionado refere-se aos déficits primários acumulados entre 2016 e 2020, de acordo com as estimativas anunciadas pela equipe econômica. “Os números são alarmantes. O horizonte para o país é terrível”, disse o parlamentar.

Viana comparou a situação fiscal do Brasil nestes 16 meses de existência do do governo Temer com os dez primeiros anos das gestões do PT, entre 2003 e 2013, quando as administrações de Lula e Dilma cumpriram seguidos superávits primários.

Ou seja, nos governos petistas, o governo arrecadou mais do que gastou, sem incluir as despesas com a dívida pública. “O que os críticos chamam de irresponsabilidade do PT foi o melhor período de bem-estar social do Brasil nos últimos 40 anos”, ressaltou.

“Enquanto Lula e Dilma geraram superávits acumulados de R$ 968 bilhões, este governo, em um ano e pouco, já põe um rombo para o Brasil que chega a R$ 660 bilhões, deixando para o próximo governo uma herança, um buraco, de R$ 200 bilhões”, criticou. “Estamos andando 200 anos para trás”.

De acordo com o senador, a piora da situação econômica e social no Brasil é fruto do processo de impachment fraudulento da presidente Dilma Rousseff.

“Tudo o que nós estamos vivendo, o caos político, a economia que perdeu o rumo e saiu dos trilhos, é em decorrência dessa ação política desastrosa que foi o golpe, o impeachment”, advertiu.

FUNDO ELEITORAL


Viana aproveitou para fazer duras críticas à setores da base aliada de Temer no parlamento.

“Em vez de fazermos uma reforma política séria, que respeite a opinião pública, qual é a proposta que está sendo discutida hoje na Câmara? Pôr R$ 3,6 bilhões num fundo para financiar a gastança das eleições no ano que vem”, criticou. “Esse financiamento de R$ 3,6 bilhões é para garantir a aqueles que deram o golpe, buscar os aliados para governar”.

O senador disse que é preocupante que parte da classe política se disponha a promover campanhas eleitorais bilionárias com recursos públicos, no momento em que o país experimenta uma situação inusitada de fragilidade das contas e em que os serviços públicos estão ameaçados pela falta de dinheiro.

“Eu não posso me calar diante disso. Isso não é uma reforma política, é uma afronta à opinião pública, uma provocação ao cidadão”, disse.

“A Câmara está discutindo, hoje, pegar dinheiro público que está faltando para ciência e tecnologia, para o emprego através de investimentos, para as universidades, para a saúde e para segurança e pôr num fundo, para a gastança de político em ano de eleição”, comentou.

O parlamentar lamentou que isso ocorra justamente quando o Palácio do Planalto, que assumiu o poder com um discurso de austeridade, promove gastos de maneira irresponsável, tendo como beneficiários diretos os deputados e senadores que mantêm sustentação ao governo Temer.

“O dinheiro acabou, serviços essenciais vão ficar sem ter os recursos mínimos necessários, e o governo segue fazendo a pior das políticas: tirar dos que têm menos, para garantir dinheiro e gastança dos que têm mais”, denunciou.



Viomundo